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Login automático em servidor SSH (Autorização baseada em chave)

16, fevereiro, 2010 Manoel Campos Sem comentários

Este artigo mostra como conectar em um servidor SSH, sem necessidade de informar senha.

Existem alguns tutoriais explicando este processo, porém, muitos não deixam claro em qual computador cada passo deve ser executado, causando confusão. Assim, isto me motivou a escrever este pequeno tutorial, que é basicamente uma tradução do tutorial disponível aqui. Leia mais…

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Google Chrome OS para VirtualBox

15, janeiro, 2010 Manoel Campos Sem comentários

Para quem deseja testar o Google Chrome OS, sem alterar as configurações do seu computador, neste link do Superdownloads você pode baixar uma imagem de disco rígido para o VMWare, e criar uma máquina virtual para testar o novo sistema operacional do Google. O problema é que, para criar novas máquinas virtuais no VMWare, você precisa adquirir a versão completa do mesmo. Leia mais…

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Modem 3G no Ubuntu sem complicações

2, setembro, 2009 Manoel Campos 11 comentários

Muitas pessoas que usam Linux e tem um modem 3g já devem ter passado por problemas para fazer este tipo de dispositivo funcionar.

Já escrevi uns 2 artigos aqui falando do assunto e mostrando alternativas para fazer o modem funcionar no Linux. Leia mais…

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Programas para configurar modens usb 3G no Linux

Foi lançado o discador Open 3G, um projeto open source que facilita a configuração de modens usb 3g no Linux. Permite configurar modens como o Sony Ericsson MD300 e o Huawei E220.
Infelizmente não tem suporte ainda para o modem ZTE 622, o que tenho. O programa ainda não tem interface gráfica, mas isso é pretendido pelos desenvolvedores.

Informações e Download
Fonte: http://open-br.net/blog/

Outro programa que já existe há algum tempo é o SmartConnect 3G. Ele possui uma interface já bem legal e tem suporte a mais modens e a alguns celulares 3G.

Informações e Download

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Conversão em lote de WMA para MP3 no Linux

Você, assim como eu, detesta arquivos de música em formato WMA? Não que eles sejam problema para tocar, mas sim pelo fato de todas os programas que já usei, tanto no Windows quanto no Linux, que permitem editar as tags de arquivos de música, não trabalharem com WMA. Isso inclui players como Rhythmbox, padrão no Ubuntu, e as ferramentas para edição de tags como o EasyTag e Audio Tag Tool, estas duas disponíveis via apt-get.

Então, com este script aqui (cujos autores se intitulam Calum e Void Main) que encontrei nesse fórum, você pode fazer conversão em lote de vários arquivos wma para mp3, bem facilmente. Você precisará do MPlayer e do Encoder Lame, os dois disponíveis via apt-get.

O script continha 2 erros e não funcionou, assim, tive que corrigir e você pode baixar a versão corrigida neste link.

Veja abaixo alguns exemplos de como usar o script.

sh wma2mp3 arquivo.wma
sh wma2mp3 arquivo1.wma arquivo2.wma arquivo3.wma
sh wma2mp3 "meu arquivo 1.wma" "meu arquivo 2.wma" "meu arquivo 3.wma"
sh wma2mp3 *.wma
sh wma2mp3 /diretório/contendo/arquivos/wma
sh wma2mp3 .

Os comandos principais, dentro do script, que realmente fazem a conversão, são apenas dois: um que usa o mplayer para converter o arquvio wma para wav e outro que usa o lame para converter de wav para mp3, como mostrado abaixo:

mplayer -ao pcm:file="${1%%.[Ww][Mm][Aa]}.wav" "$1" &&
lame -h -b 192 "${1%%.[Ww][Mm][Aa]}.wav" "${1%%.[Ww][Mm][Aa]}.mp3"

O arquivo wav é gerado com o mesmo nome do arquivo wma, substituindo-se as extensão wma (independente do case das letras) por wav. Em seguida, na conversão final, é gerado um arquivo mp3 com o mesmo nome do arquivo wma, substituindo-se a extensão wma por mp3. O arquivo wma permanece intacto.

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Skype e erro “Problem with audio playback” no Ubuntu

20, abril, 2009 Manoel Campos 2 comentários

Sabe aqueles problemas que você convive com eles e só depois de muito tempo resolve dar um jeito? Pois é, foi assim com a mensagem de erro “Problem with audio playback” que aparecia no Skype rodando no Ubuntu, quando estava usando outra aplicação de audio como um player, ou mesmo conectado ao bate papo no GMail. Para poder fazer uma ligação no Skype, tinha que fechar meu player e o Firefox que estava com o GMail aberto.

Rapidamente, procurando no google, encontrei uma solução neste link. O problema é relacionado aos drivers de som Alsa, que mandam o fluxo de áudio diretamente para a placa de som, e a grande maioria dos chipsets de áudio atuais não suporta a reprodução de mais de um fluxo simultaneamente. Para isso é que surgiram os servidores de audio como o PulseAudio.

A seguir, mostro a tradução do tutorial do site do PulseAudio para resolver o problema com o Skype:

Primeiro, adicione as linhas a seguir ao final do arquivo /etc/pulse/daemon.conf:

default-fragments = 8
default-fragment-size-msec = 5

No meu caso, as linhas já existiam, porém, o valor na última linha era 10 e eu apenas alterei para 5, mas não sei pra que isso serve, só sei que resolve.

Em seguida, edite o arquivo ~/.asoundrc e adiciona as linhas a seguir, caso não existam:

pcm.pulse { type pulse }
ctl.pulse { type pulse }

No meu caso, o arquivo não existia, assim, tive que criá-lo.

Instale o pacote libasound2-plugins. Você pode fazer isso via apt-get. Meu Ubuntu 8.10 já tinha esse pacote instalado.

Não precisei reiniciar meu notebook, mas talvez seja necessário. Acredito que não foi preciso pois o pacote já estava instalado.

Finalmente, abra o Skype. Vá no menu de configurações, no item “Sound Devices”, altere as opções “Ringing” e “Sound Out” para “pulse”, e a opção “Sound In” para plughw (o dispositivo do seu microfone).

Mais informações e métodos alternativos, caso este não funcione pra você, são encontradas no tutorial original.

Para entender melhor sobre o Alsa e o PulseAudio, veja este artigo do Guia do Hardware.

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Abrir arquivos .mht do Internet Explorer, usando o Firefox no Linux

Sem, querer, descobri que o browser Opera abria arquivos .mht, quando pedi a um colega de aula para passar um slide da aula de Sistemas Multiagentes para meu pendrive, e ele, no lugar de salvar o PDF, salvou a página como um arquivo .mht. Este tipo de arquivo é gerado pelo Internet Explorer, salvando uma página, com todos os seus recursos anexados, como folhas de estilo, Java Script e imagens, em um único arquivo. Isso era útil quando não tínhamos os geradores de PDF, mas, se você receber um arquivo mht e precisar abrí-lo no Linux, por exemplo, poderá usar o Opera ou o Firefox, instalando o plugin UnMHT nele.

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Free Shell Account: Contas de Shell Linux/FreeBSD Gratuitas

Há muitos anos atrás, quando estava aprendendo a desenvolver pra web, utilizei alguns serviços gratuitos como Hospedagem no Brinkster (veja no final da página do Brinkster sobre a hospedagem gratuita), que não tem mais prograganda e disponibiliza ASP.NET (e o antigo asp que usei no meu tempo) e “banco de dados” Microsoft Access. O problema era sempre passar o endereço do site pra alguém, por exemplo mcampos4831.brinkster.com era meio complicado, ainda mais por causa do brinkster (só soletrando). Assim, usei na época serviços de redirecionamento como o www.cjb.net e o www.rg3.net. Estes serviços lhe permitem criar um endereço mais amigável que, ao ser acessado, redirecionam para um site real. O serviço não hospeda nada (apesar de o cjb atualmente permitir hospedagem gratuita), apenas redireciona para um outro endereço normalmente não amigável.

Onde quero chegar com isso é nas contas de shell baseado em Unix (Linux/FreeBDS) gratuitas. O motivo do rodeio é que recebi ontem um email do cjb.net informando sobre seu novo serviço de Free Shell Account. Você se cadastra e cria um usuário e senha para o servidor unix shell.cjb.net, que você acessa via ssh a partir de qualquer computador.

Como na própria página do serviço informa, “Uma conta de shell provê acesso para um shell unix baseado em texto que pode ser usado para muitos propósitos. Nossas contas de shell são ideais para aprender UNIX, programação, compilando e rodando programas, administração de redes e servidores e diagnósticos, acesso IRC e muito mais”.

No Linux, você pode acessar o serviço a partir de um terminal, usando o comando ssh como:
ssh UrlOuIpDoServidor <-l NomeUsuario>

Onde o nome do usuário é opcional. Se você não informar, será considerado que o nome do seu usuário no servidor é o mesmo do seu usuário local.

Por exemplo:

ssh shell.cjb.net -l manoelcampos

Se o seu nome de usuário local não for o mesmo do usuário remoto, o que lhe obriga a digitar -l NomeUsuario, você pode alterar seu nome de usuário local (ou mesmo alterar ou criar um usuário remoto com o nome do seu usuário local, o que nem sempre será possível, pois pode já ter outro usuário com o nome que você deseja) usando o comando usermod como: usermod -l NovoNomeUsuario AntigoNomeUsuario

Por exemplo:

sudo usermod -l manoelcampos manoel

Agora, como meu nome de usuário local é manoelcampos, o mesmo do usuário remoto no shell.cjb.net,
basta eu digitar ssh shell.cjb.net, em um terminal, para acessar o serviço. Obviamente, a senha será solicitada em seguida.

Acredito que é um ambiente legal para testes e ideal para pessoas que estão aprendendo comandos unix ou programação em c, por exemplo, e que não tem acesso todo o tempo a um sistema UNIX para estudar. Desta forma, a partir do Windows, por exemplo, você pode acessar o serviço. Mas para isso, precisa baixar um cliente ssh como o putty (que é apenas um executável, sem instalador, super pequeno e bem simples) para poder acessar o serviço.

Mais informações sobre o serviço de shell account do cjb.net você encontra na página de informações do serviço. Para ver os outros serviços disponibilizados, acesse a página inicial do site.

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Alterar Volume Label de PenDrives e HDs no Linux

10, abril, 2009 Manoel Campos 4 comentários

Para alterar o rótulo (label) do sistema de arquivos do seu pendrive, no linux, basta usar o comando mkfs. Se o seu pendrive tem sistema de arquivos fat32 (o padrão, pois assim ele é reconhecido em quase todos os sistemas operacionais), execute o comando mkfs.vfat assim: sudo mkfs.vfat -n NovoRotuloParaSeuPenDrive NomeDoDispositivo.

ANTES DE EXECUTAR, FAÇA BACKUP DOS ARQUIVOS DO SEU PENDRIVE, POIS O COMANDO APAGOU TUDO QUE TINHA NO MEU. Felizmente, eu não guardo nada somente no pendrive, uso ele apenas para transportar algo de um computador para outro.

Veja abaixo um exemplo de comando, que usei para mudar o rótulo do meu pendrive:

sudo mkfs.vfat -n mcampos /dev/sdb1

Diretamente pela interface do Gerenciador de Arquivos no Ubuntu não foi possível fazer, acredito que é pelo fato do sistema de arquivos ser fat32.

Para alterar o label de uma partição de um HD, basta usar o comando e2label assim: sudo e2label NomeDoDispositivo NovoRotuloParaSeuPenDrive . Neste caso, você não corre o risco de perder nenhum dado, mas ele não funciona com PenDrives, acredito ser devido ao sistema de arquivos fat32.

Veja exemplo:

sudo e2label /dev/sda1 dados
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Instalando bibliotecas no SciLab e carregando a partir do menu ToolBoxes

Se você instalou alguma biblioteca (ToolBox) no SciLab, como por exemplo a SIP – SciLab Image Processing ToolBox, como exemplificado no post anterior, e está tendo quer carregar a bibilioteca digitando o comando exec, seguido do caminho do arquivo loader.sce da biblioteca, então seus problemas acabaram :) .

No caso da instalação da biblioteca SIP 0.3.99 que mostrei no outro post, ela era um pacote deb mais antigo, mas que funcionou sem problemas no Ubuntu 8.10 com SciLab 5.0, porém, sua instalação era feita em /usr/lib/scilab/contrib/sip. Nesta local, o SciLab não reconhece a biblioteca, e não adiciona uma opção para carregá-la por meio do menu Toolboxes. Depois que instalei a outra biblioteca SIVP (que deu um trabalhão, como comentado no outro post), percebi a existência desse menu. Assim, fui procurar no disco para ver onde é que esses arquivos deveriam estar para que a biblioteca fosse reconhecida pelo SciLab.

Percebi que a biblioteca SIVP 0.5.0 era instalada no diretório /usr/lib/sivp-0.5.0, local totalmente diferente da SIP. Procurando mais um pouco, descobri que no diretório /usr/share/scilab/contrib existia um link simbólico para o diretório real de instalação do SIVP. Observe que esse diretório é parecido com o diretório onde o SIP é instalado, em /usr/lib/scilab/contrib/. Assim, para que o SciLab adicionasse a biblioteca SIP no menu ToolBoxes, para que você possa carregá-la apenas usando este menu, e não tendo mais que digitar o comando exec(“/usr/lib/scilab/contrib/sip/loader.sce”), você deve criar um link simbólico para o diretório do SIP, dentro do diretório /usr/share/scilab/contrib, executando os comandos abaixo:

cd /usr/share/scilab/contrib
sudo ln -s /usr/lib/scilab/contrib/sip

Pronto, agora basta fechar o SciLab e reabrir, que no menu Toolboxes terá um link para carregar o SIP. Pode ser que isto foi necessário apenas pelo fato de estarmos usando uma versão mais antiga da biblioteca SIP, instalada a partir de um pacote compilado .deb.

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