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Arquivo para a Categoria ‘Windows’

Os servidores do Twitter trabalham mesmo pesado

4, setembro, 2009 Manoel Campos Sem comentários

Hoje fui acessar o Twitter e recebi a mensagem abaixo. Prova da grande quantidade de acessos que o site recebe. Pelo menos o servidor dá uma mensagem amigável quando não consegue atender novas requisições.

Twitter is over capacity (Twitter está acima da capacidade)

Twitter is over capacity (Twitter está acima da capacidade)

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Sistema de Pesquisa de Opinião e Mercado, SIPOM

Está disponível para download, a versão completa, para avaliação por 30 dias, do Sistema de Pesquisa de Opinião e Mercado, SIPOM. Mais informações são disponibilizadas no link abaixo.

Sistema de Pesquisa de Opinião e Mercado, SIPOM

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Abrir arquivos do Office 2007 no Office 2000, XP e 2003

O Office 2007 pode ter trazido muitas inovações e melhorias, mas eu particularmente não estou a fim de gastar meu tempo tendo que reaprender tudo novamente. Nas versões anteriores eu sou praticamente um expert. No 2007 fico totalmente perdido. Há quem diga que depois que você acostuma com o novo layout, com as faixas no lugar das barras de ferramentas e barra de menus, é bem melhor que o anterior. Mas eu sinceramente não estou afim de experimentar.

O problema, é que muitas vezes você recebe um arquivo docx, xlsx ou pptx e precisa abrir numa versão anterior do office. Assim, para resolver este problema, basta instalar o pacote de compatibilidade do Office 2007, que funciona para o Office 2000, XP e 2003.

O link para download é http://www.microsoft.com/brasil/2007office/beta/converter.mspx. O pacote está disponível a bastante tempo, mas vai o post para ajudar aqueles que ainda sofrem com arquivos *.*x do Office 2007.

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Conversão em lote de WMA para MP3 no Linux

Você, assim como eu, detesta arquivos de música em formato WMA? Não que eles sejam problema para tocar, mas sim pelo fato de todas os programas que já usei, tanto no Windows quanto no Linux, que permitem editar as tags de arquivos de música, não trabalharem com WMA. Isso inclui players como Rhythmbox, padrão no Ubuntu, e as ferramentas para edição de tags como o EasyTag e Audio Tag Tool, estas duas disponíveis via apt-get.

Então, com este script aqui (cujos autores se intitulam Calum e Void Main) que encontrei nesse fórum, você pode fazer conversão em lote de vários arquivos wma para mp3, bem facilmente. Você precisará do MPlayer e do Encoder Lame, os dois disponíveis via apt-get.

O script continha 2 erros e não funcionou, assim, tive que corrigir e você pode baixar a versão corrigida neste link.

Veja abaixo alguns exemplos de como usar o script.

sh wma2mp3 arquivo.wma
sh wma2mp3 arquivo1.wma arquivo2.wma arquivo3.wma
sh wma2mp3 "meu arquivo 1.wma" "meu arquivo 2.wma" "meu arquivo 3.wma"
sh wma2mp3 *.wma
sh wma2mp3 /diretório/contendo/arquivos/wma
sh wma2mp3 .

Os comandos principais, dentro do script, que realmente fazem a conversão, são apenas dois: um que usa o mplayer para converter o arquvio wma para wav e outro que usa o lame para converter de wav para mp3, como mostrado abaixo:

mplayer -ao pcm:file="${1%%.[Ww][Mm][Aa]}.wav" "$1" &&
lame -h -b 192 "${1%%.[Ww][Mm][Aa]}.wav" "${1%%.[Ww][Mm][Aa]}.mp3"

O arquivo wav é gerado com o mesmo nome do arquivo wma, substituindo-se as extensão wma (independente do case das letras) por wav. Em seguida, na conversão final, é gerado um arquivo mp3 com o mesmo nome do arquivo wma, substituindo-se a extensão wma por mp3. O arquivo wma permanece intacto.

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Instalando o verificador ortográfico para o novo acordo 2009 da língua Portuguesa no OpenOffice/BrOffice

No link http://www.broffice.org/verortografico você pode baixar o Vero, um verificador ortográfico para OpenOffice/BrOffice 2.x e 3.x, incluindo as alterações do novo acordo ortográfico de 2009. Você vai baixar um arquivo .oxt que você pode salvar em qualquer lugar. O mesmo deve poder ser aberto diretamente dando dois cliques, mas se isso não funcionar, você pode instalar a partir de qualquer aplicação do OpenOffice/BrOffice. No Writter, por exemplo, você deve acessar o menu Ferramentas >> Gerenciador de extensão… e adicionar o arquivo baixado. Depois, basta fechar o programa e reabrir e pronto. Na mesma página você encontra uma versão compatível com produtos da Mozilla, como o Firefox, que já faz a instalação online, tudo automaticamente.

Além desse corretor ortográfico, você tem ainda um corretor gramatical, o CoGrOO, podendo detectar vários erros gramaticais como:

* colocação pronominal
* concordância nominal
* concordância entre sujeito e verbo
* concordância verbal
* uso de crase
* regência nominal
* regência verbal
* erros comuns da língua portuguesa falada

Configure o Java 1.5 (ou superior) no seu BrOffice.org/OpenOffice.org
Veja em Ferramentas >> Opções >> BrOffice.org >> Java.

O CoGrOO só funciona para BrOffice 3.0.1 ou superior. O procedimento de instalação é o mesmo mostrado anteriormente.

Usuários Ubuntu
Caso a instalação do CoGrOO falhe no Ubuntu, tente instalar o pacote openoffice.org-java-common com o comando abaixo:
sudo apt-get install openoffice.org-java-common
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Dispositivo de entrada virtual: detecção de movimento por meio de uma WebCam

Eu juro que tinha pensado nisso. O programa CamSpace faz detecção de movimentos a partir de uma WebCam e assim pode-se usar as mãos ou qualquer outro objeto como um dispositivo de entrada para o seu computador, funcionando como um Joystick, por exemplo. O melhor de tudo é que o programa é gratuito.

Veja vídeo no olhar digital.

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Definindo o GMail como cliente de email padrão no Linux Ubuntu

28, março, 2009 Manoel Campos Sem comentários

Todo mundo que tem Gmail adora ele, quem ainda não tem, não sabe o que tá perdendo. Assim, para aqueles que, como eu, abandonaram os clientes de email como Outlook Express e Mozilla Thunderbird há anos, é muito chato você clicar num link de email em uma página e abrir um programa cliente de email. No Windows você pode resolver isso instalando o GMail Notifier e tornar o GMail o cliente de email padrão.

Para quem usa alguma distribuição linux como o Ubuntu, não precisa nem se quer de um programa para isso, basta usar este script aqui e seguir os passos abaixo:

  1. Salve o arquivo no seu diretório home. Depois, no Ubuntu, vá no menu System >> Preferences >> Preferred Applications.
  2. No primeiro campo abaixo de Mail Reader escolha Custom
  3. No campo Command logo abaixo digite /home/nomeDoSeuUsuario/open_mailto.sh %s
    por exemplo /home/manoel/open_mailto.sh %s
    Preferred Applications no Ubuntu

    Preferred Applications no Ubuntu

    Agora pode fechar a janela
  4. Abra um terminal para adicionar permissão de execução no seu script, digitando o comando chmod u+x ~/open_mailto.sh

Pronto, agora, ao clicar em um link maito:, será aberta a página de envio de email do GMail no Firefox.

Os comandos no script sh são mostrados abaixo:

#!/bin/sh

firefox “https://mail.google.com/mail?view=cm&tf=0&to=
`echo $1 | sed ’s/mailto://’`”

O segundo comando não possui quebra, deve ser digitado numa linha só.

Observe que é chamado o firefox, na página de envio de email do gmail, passando o email recebido do mailto: como parâmetro para o script. Se você usar outro navegador, basta alterar nesse arquivo. Mais detalhes são dados dentro do arquivo disponibilizado acima.

Para mim, ao clicar num link maito:, ele sempre abre uma nova aba no firefox. Se não abrir, troque o comando
no script pelo exibido abaixo (digite numa única linha):
firefox -remote “openurl(https://mail.google.com/mail?view=cm&tf=0&to=`echo $1 | sed ’s/mailto://’`,new-tab)”

Fonte: http://www.howtogeek.com/howto/ubuntu/set-gmail-as-default-mail-client-in-ubuntu/

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Alternativas para MatLab no Linux

26, março, 2009 Manoel Campos 2 comentários

Bem, mais um semestre começa no mestrado em Engenharia Elétrica na UnB. Esse semestre estou cursando as disciplinas de Sistemas Multiagentes (agentes inteligentes, agentes móveis, multi agentes, programação distribuída, inteligência artificial), Introdução a Sistemas Inteligentes (inteligência artificial, redes neurais, lógica fuzzy, algoritmos genéticos) e Processamento de Imagens.

Sem querer, todas as disciplinas envolvem álgebra relacional, que estou tendo que estudar novamente, pois vi isso a muito tempo na faculdade e não apliquei pra nada no meu curso de tecnologia (infelizmente). Por isso, o título do post, sobre MatLab. Inicialmente eu não estava querendo trabalhar com MatLab, eu queria implementar tudo em C ou Java. Até que um amigo me falou que algo que você faz em MatLab em segundos, você vai gastar muito mais tempo fazendo em outra linguagem. Depois disso, vi a necessidade e importância de se aprender MatLab, que no fim das contas não é nada difícil e agiliza muito o desenvolvimento dos trabalhos.

Para quem não sabe (como eu não sabia), o MatLab é ideal para trabalhar operações sobre matrizes, como somas, multiplicações, inversão e tudo o mais. Porém, esta é uma ferramenta proprietária e para Windows. No Linux temos duas ferramentas semelhantes: o Octave e o SciLab.

Inicialmente testei o octave, que baixei via apt-get. Ele é uma ferramenta de linha de comando (o MatLab nunca vi). O Octave tem uma interface gráfica chamada QtOctave (que usa a biblioteca gráfica Qt4). Acho que baixei ele também pelo apt-get. O SciLab possui uma interface gráfica simples, mas as principais tarefas nessas ferramentas são feitas a partir de comandos em uma tela semelhante a um terminal. No caso do SciLab, ele lhe permite executar comandos do sistema operacional de dentro dele. Os comandos linux que testei e funcionaram foram pws, cd e ls. Outros como rm não funcionaram. Ele permite também, depois que você digitou o inicio de algum comando, pressionar tab para exibir o recurso de autocompletar, válido também para completar nomes de arquivos e diretórios do sistema operacional.

Bem, a grande finalidade dessas ferramentas é facilitar a realização de operações com matrizes, como já citei. Para iniciar o Octave basta digitar num terminal a palavra octave e para o SciLab, digitar scilab. Testei inicialmente o Octave. Conseguir facilmente criar duas matrizes a e b (por exemplo, a = [1 2 3; 4 5 6], matriz de 2 linhas e 3 colunas), mas ao tentar multiplicar duas matrizes compatíveis (ou seja, a quantidade de linhas da segunda tem que ser igual a quantidade de colunas da primeira) não consegui. Tentei o operador padrão de multiplicação *, fazendo a*b, mas não funcionou. Tentei o help via linha de comando e nada. Obviamente se eu pegasse qualquer manual básico iria conseguir. Porém, parti logo para o SciLab pois não achei o octave intuitivo.

No SciLab, meu primeiro teste, a multiplicação de duas matrizes, funcionou de primeira. Assim, achei a ferramenta mais intuitiva, pois nunca tive contato com MatLab e sua linguagem, apenas instalei o programa e sem nenhuma consulta a manual algum, consegui fazer uma operação básica. Assim, recomendo o SciLab, que funciona em Windows, Linux e Mac.

Outras alternativas podem ser encontradas no site AlternativeTo, nesse link. O site AlternativeTo tem um visual bem legal e sugere alternativas para uma infinidade de softwares Windows, Linux ou Mac. Vale a pena dar uma olhada nele.

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ls, clear e outros comandos do Linux no Windows

Você tá tão acostumado com Linux que quando está num prompt de comando Windows, a toda digita ls ou clear, sendo que estes comandos só existem no Linux, sendo respectivamente dir e cls no Windows?

Pois bem, para ter esses comandos e qualquer outro do linux que tenha um similar on Windows é bem simples. Crie um arquivo .bat na pasta system32 do Windows com o nome de ls.bat, sendo que seu conteúdo deve ser apenas a palavra (comando) dir. Para o comando clear, crie um arquivo bat de nome clear.bat na mesma pasta, sendo que seu conteúdo deve ser a palavra (comando) cls. O problema dessa alternativa é que, da forma que foi feita, o arquivo não recebe parâmetros. Você pode usar os valores %1, %2, … %n para pegar o primeiro, segundo parâmetro, e assim por diante. Porém, para uma quantidade variável de parâmetros, você precisaria de um laço de repetição como for ou while, mas isso não sei como faz. Se alguém souber, por favor post um comentário, seria bem interessante.

Agora, a partir do prompt do Windows você pode digittar ls para executar um dir ou clear para executar um cls.

Bem esta é a forma mais lógica que você pode resolver isso, mas há outra maneira que não está na cara que é abrir o arquivo c:\AutoExec.bat no bloco de notes e adicionar aliases para os comandos desejados como mostrado abaixo:

@doskey n=notepad
@doskey ls=dir
@doskey clear=cls

Onde ao digitar n, no prompt de comando, executará o notepad, ls executará um dir e clear, um cls.

Para que entre em ação essas configurações, sem precisar reinicar o PC, basta no prompt de comando executar c:\AutoExec.bat

No Linux pode-se utilizar o mesmo recurso de aliases. Para que isso valha para todos os usuários, edite o arquivo /etc/bashrc e adicione os aliases. Podemos adicionar aliases dos comandos Windows, citados anteriormente, para que funcionem no Linux, como mostrado abaixo:

alias cls=”clear”
alias dir=”ls”

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Acessar partições ext2 e ext3 no Windows

30, janeiro, 2009 Manoel Campos Sem comentários

Para acessar partições ext2 e ext3 no Windows, você pode instalar o programa Ext2 IFS for Windows. Ele é um programa freeware que permite acessar esses sistemas de arquivos do Linux, a partir do Windows Explorer, permitindo tanto acesso de leitura como escrita. Porém, para partições Ext3, o sistema as monta como Ext2, segundo o FAQ no site do programa.

Acessando partições Ext2/Ext3 no Windows

Acessando partições Ext2/Ext3 no Windows Explorer

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